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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

NO PARQUE

É muito gratificante ir com a família para o parque, ou praça. Quem é casado precisa realmente fazer isso. Além do mais, se gasta um preço módico. Você se diverte e gasta quase nada. Fui num Domingo desses. Havia muitas crianças lá. Os brinquedos são bem variados. Há desde balanço, dos mais variados formatos até castelinhos em forma de escorrego. Os garotos sobem por uma escadaria e atravessa uma ponte movediça até a outra pequena escadaria e entra num foguetinho, descendo por um escorrego. Vai pessoas de todo tipo, de todas as classes sociais.
Os pirralhos se esbordam lá, parece que estão no paraíso. Minha filha ficou com medo dos patos; tem medo de quase tudo ,ela. Brincou somente nos escorregos mais baixinhos. Há outros lá, mas são altos, difíceis para ela. Só vai brincar neles quando fizer quatro ou cinco anos. Eu fiquei com certa vontade de brincar também, lembrando da época de criança, quando minha irmã me levava para brincar nos parque também. Minha mãe nunca foi de levar a gente para brincar nas praças e parques. Minha infância foi consumida nas igrejas. Ia para quase todas que minha mãe ia. Naquele tempo a idéia de crente se divertir era um absurdo. Por isso que não tenho muitas lembranças de brincar com brinquedos nos parques. Nesse ponto eu sofri, infelizmente. Vou me esforçar para que minha filha se divirta mais do que eu.
Durante o trajeto ficamos olhando para umas mulheres (ou moças, sei lá.), que estavam também com seus filhos, uns meninos de três a seis anos. De cara você via logo que não eram mulheres educadas, comportadas. É o que na linguagem vulgar se chama de “courão”. Nem me perguntem o que significa. Pois as mulheres não paravam de chamar palavrão. Chegando lá, continuaram chamando; nem sequer respeitavam as crianças. Mulheres vulgares... e nada mais, como diz certo rap. Eram até bonitas, as moças, ou mulheres, bem feitas de corpo, esbeltas, mas...bonitinhas, mas ordinárias. O interessante é que para onde íamos, encontrávamos elas, no parque. Minha esposa me pedia para a gente sair de perto delas, para não ouvirmos os palavrões de suas bocas devassas.
Depois do brinquedo, fomos ver os animais. Fiquei admirado com o pavão. Aquelas penas enormes são um charme (neles, é claro). Fico pensando com Deus é criativo. É tremendo como ele faz coisas tão diversas, tão lindas! E ainda dizem que “evoluiu”. Idiotice. Nada poderia coordenar a natureza tão maravilhosa como ela é. Tão difícil quanto fazer é manter, e Deus mantém, embora o homem destrua. Mas isso é outra história. Vou marcar outra saída para o parque. Eu quero é curtir minha família.

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